Temer, um ano: o Brasil se recupera, mas ainda precisa das reformas

O presidente Michel Temer completa nesta sexta-feira, 12 de maio, um ano desde que Dilma Rousseff foi afastada do Palácio do Planalto pelo Senado, e apesar do pouco tempo, já é possível enxergar mudanças significativas no País desde que o PT foi retirado do poder. Há exatamente um ano, quando foi empossado, Temer recebeu o comando do governo com um rombo bilionário nas contas públicas, com o Brasil enfrentando forte recessão, com o desemprego batendo em 13 milhões, com a inflação galopando e alcançando a marca de 11%, com os juros nas alturas, com o endividamento público ultrapassando os três trilhões, com o dólar acima dos R$ 4, com a Petrobras e outras estatais destroçadas e um sentimento generalizado em todo o mundo de que estávamos em um poço sem fundo.

Hoje, esse quadro caótico deixado pela desastrosa e corrupta gestão de Dilma Rousseff mudou bastante. A inflação despencou para a casa dos 4%. Os juros estão sendo cortados e já caíram para 11%. O dólar também baixou e se estabilizou em R$ 3,10. A balança comercial vem produzindo superávits mensais, o déficit orçamentário está sendo reduzido, e os investimentos estão retornando. É verdade que o desemprego continua em alta, até por conta dos efeitos da forte recessão que enfrentamos e de termos tido dois anos de PIB negativo. Por isso é importante aprovar as reformas, para estimularmos os empregos e reduzirmos o déficit da Previdência. Também é necessário que a Lava Jato entre em fase de conclusão, com as condenações e prisões aguardadas pela sociedade.

Estamos no rumo certo, apesar de os petistas, que passaram 13 anos assaltando o País, fazerem o jogo do “quanto pior, melhor”. Mas eles estão sendo rejeitados pela sociedade, e poucos ainda lhe dão ouvidos. O Brasil é um país rico, com um povo trabalhador e criativo. Não demora e estaremos alcançando os índices de crescimento compatíveis com o tamanho e a importância da nossa Nação.

 

Temer afirmou que encontrou o país com “um rombo milionário, recessão, desemprego e inflação galopante e juros alto” e sem diálogo com o Poder Executivo, mas sem fazer referência à ex-presidente

1 Comentário

  • marcos colares

    maio 13, 05 2017 09:34:49

    E isso mesmo Jefferson, perfeito raciocínio. O Brasil tem condições de recuperar o estrago que o (Ze Dirceu-Lula-Dilma – Ideli), fizeram, alem de traírem a CONFIANCA DO NOVO PROJETO QUE A POPULACAO (MAIORIA ACREDITOU) AGORA E MORO PRESIDENTE E Dr. ROBERTO JEFFERSON, SENADOR DA REPUBLICA PELO ESTADO DA GUANABARA E PELO RICO E PODEROSO BRASIL. QUE VENHA 2018.

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