Poderia ser (muito) pior

O Banco Central estima que o IPCA deste ano será de 3,08%, e o PIB, 0,73%, segundo previsão dos economistas do mercado financeiro publicada no Boletim Focus desta segunda-feira, 6. Hoje em 7,5%, a taxa básica de juros, a Selic, deverá fechar 2017 em 7%, avalia o mercado. O câmbio se manteria estável em R$ 3,20%.

Se a ex-presidente Dilma Rousseff tivesse permanecido no poder, o Brasil certamente terminaria 2017 aplicando um calote nos credores (“default”), sem falar no desemprego, PIB (negativo), juros altíssimos e inflação também. Com ela, o desemprego disparou de 5,30% para 8,20%; a inflação, de 5,90% para 9,28%; o PIB partiu de um crescimento de 7,53% ao ano para uma retração de 3,90% ao ano, a dívida interna aumentou em mais de 70% e algumas das maiores empresas brasileiras – como Petrobras e Vale – tiveram perda expressiva no valor de mercado.

Pode parecer pouco crescimento de 0,73% do PIB, mas não é, tal foi a crise (política, econômica, fiscal, administrativa) deixada por Dilma; o buraco foi grande e precisaremos de mais alguns anos para consertar o caos.

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