O céu é o limite

A revelação do ex-diretor da Petrobras Renato Duque ao juiz Sérgio Moro – de que o ex-presidente Lula da Silva exercia o “comando” do esquema de corrupção bilionário na estatal – foi um bom começo.

Além da participação central de Lula no esquema (com o auxílio operacional de João Vaccari), Duque contou ao juiz, como aperitivo da delação que pretende fazer para aplacar os 57 anos a que foi condenado na Lava Jato, que o petista lhe pediu que destruísse provas se houvesse contas do esquema na Suíça. Claro que havia, mas o ex-diretor negou na época.

Não menos surpreendente é que ninguém menos do que Dilma Rousseff estava preocupada com o vazamento do dinheiro recebido pelo esquema (de empresas fornecedoras de sondas para a Petrobras) no exterior.

Segundo Duque, que foi indicado por Silvinho Pereira e bancado por José Dirceu na estatal, os contratos de sondas para a exploração do pré-sal teriam rendido US$ 200 milhões ao esquema na forma de propina.

Não que não se imagine, mas quando a gente toma conhecimento de revelações como essas, nos vem à mente a constatação de que o esquema montado pelo PT, com a ajuda de PMDB e PP, não tinha limites.

Só o tempo vai dizer o tamanho do rombo que a sanha da rataiada magra petista fez nos cofres da Petrobras.

Então contaremos aos eleitores lulistas quanto o esquema de propina tirou do Bolsa Família, do Minha Casa Minha Vida, Fies, Saúde, Educação…

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