Mais um golpe ou é o fim?

No poder desde 2013, quando assumiu o governo da Venezuela após a morte de Hugo Chávez, Nicolás Maduro usa e abusa de artimanhas eleitorais para conquistar sucessivos mandatos. Desta vez, porém, o povo venezuelano – que enfrenta uma das piores crises econômicas de sua história -, segundo pesquisas, vai virar-lhe as costas. Se as previsões se confirmarem, Maduro vai perder a eleição (com 20% dos votos) para o dissidente chavista Henri Falcón, que teria 30%. O mundo acompanha a eleição com redobrada atenção, porque Maduro, que acumula taxa de rejeição de 80%, pode fraudar a eleição (aliás, não seria a primeira vez que o sucessor de Chávez viraria a mesa). Agora é torcer para que os eleitores não se abstenham de votar, como pediu a oposição, e esperar o desfecho de uma crise econômico-política que ainda não tem data para terminar). Será que o ditador venezuelano ainda tem força para dar um novo golpe? Do jeito que Donald Trump anda de mau humor, não será boa ideia recorrer à fraude para garantir no poder um regime fracassado. A esquerda bolivariana – que tem os petistas como defensores – pode estar vivendo seus estertores. Não vai faltar torcida.

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