Ideologia de gênero, uma tentativa de destruição da família brasileira

Nesses dias que estou no hospital, tenho assistido a diversos vídeos postados em redes sociais e que me enviam pelo WhatsApp. Um deles, que mostra um discurso do vereador Ricardo Alba, de Blumenau (SC), me impressionou. O vereador enfrentou uma plateia hostil, formada por militantes de esquerda, feministas radicais e a turma das UNE, da CUT e do MST, mas com coragem, expôs seu pensamento sobre essa tentativa de uma minoria de mudar a legislação educacional para impor a tal ideologia de gênero.

Ricardo Alba expôs em palavras o que muitos falam hoje em redes sociais: essa turma da ideologia de gênero acusa a todos de “fascistas”, de “retrógrados” etc, mas não querem e não aceitam ouvir o contraditório. São radicais antidemocráticos, que curiosamente dizem que os outros é que não aceitam a democracia.

“Querem respeito mas não respeitam ninguém, nos chamando de fascistas. Difamam a família, difamam a fé cristã, difamam os homens, chamando-os de estupradores, difamam as próprias mulheres, a grande e imensa maioria esmagadora de mulheres que são trabalhadoras e sustentam as suas famílias e buscam criar os seus filhos com educação e com valores éticos. Essas pessoas não respeitam nada e nem ninguém, mas querem ser respeitadas, e agora querem desrespeitar as crianças também. E agora querem que cenas de sexo sejam expostas a meninos e meninas. Aliás, não querem nem que menino seja menino e menina seja menina. Ou seja, querem definir sexualidade como se isso fosse uma mera construção social, rejeitando a identidade biológica. Sala de aula é lugar para aprender ciência, matemática, química, física, não é lugar para experimento social. Essa Ideologia de gênero promove uma covardia com as crianças, e nós não vamos permitir. Portanto, o meu compromisso é com esses valores, com homens e mulheres que trabalham para serem exemplos para suas famílias”, disse o vereador em seu discurso.

Concordo plenamente com o vereador Ricardo Alba. Essa história de ideologia de gênero é uma tentativa de destruição da família brasileira. Querem impedir o pai e a mãe de influir na vida dos filhos. É uma intervenção indevida na forma das pessoas educarem suas famílias. Essa teoria de gênero quer revogar a Bíblia, quer revogar a ciência, quer revogar a biologia, para impor uma ditadura sobre as famílias, para desmanchar o núcleo central da formação do Estado, a construção da sociedade. Esse pensamento precisa ser combatido, como foi feito com a principal ideóloga do gênero, Judith Butler. Essa senhora não era bem vinda no Brasil, e isso foi mostrado a ela no aeroporto.

 

Deixe uma Resposta