Esquema de poder da esquerda sul-americana

De acordo com o jornal espanhol “El País”, um dos mais respeitados do mundo, no governo do ex-presidente Hugo Chávez um grupo de ex-ministros, líderes políticos e empresários venezuelanos cobraram mais de 2 bilhões de euros em propinas (de até 15% ) junto a empresas estrangeiras para que elas fechassem contratos com a principal estatal de petróleo do país, a PDVSA (Petróleos da Venezuela AS). As informações têm como fonte relatórios da Polícia de Andorra, onde o dinheiro foi ocultado e depois distribuído em paraísos fiscais.

Para nós, brasileiros, nenhuma surpresa, haja vista o lamaçal patrocinado pelo Partido dos Trabalhadores, aliado dos bolivarianos de Chávez e Nicolas Maduro, na Petrobras.

Aqui, a congênere da PDVSA teve um rombo estimado de R$ 42 bilhões, segundo as investigações da Lava Jato; já a estatal brasileira calcula o prejuízo em apenas R$ 6 bilhões. Nunca saberemos ao certo, mas, convenhamos, é dinheiro que não acaba mais para financiar o esquema de poder da esquerda.

O mais incrível é a semelhança do “modus operandi” da esquerda sul-americana: além de enriquecerem saqueando a joia da coroa, quebram a economia e saem dizendo na maior cara de pau que são puros e inocentes. É uma desfaçatez.

É preciso dar um basta nesses malandros que enchem a boca para falar de democracia e povo, mas rezam na cartilha da mentira, do poder a qualquer preço e do dinheiro sujo das estatais.

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