A vez dos presídios

A decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal de indenizar presos que vivem em condições degradantes nas cadeias do país continua causando polêmica. E não é para menos, tal o inusitado da medida.

Ministros do STF alegam que a indenização servirá para pressionar os governadores a melhorarem as condições dos presídios.

Em que pese a boa vontade, o problema carcerário do Brasil não será equacionado com a caneta carregada com a tinta das boas intenções apenas, até porque a estratégia esbarra no muro das despesas crescentes, da insolvência do caixa dos estados, mas, também, em sua complexidade.

A reforma do sistema carcerário brasileiro urge, assim como outras – trabalhista, política, tal a condição insalubre das cadeias brasileiras.

A criação da Comissão de Reforma do Sistema Penitenciário Nacional, criada pelo presidente Michel Temer em janeiro deste ano para acompanhar a implementação do Plano Nacional de Segurança Pública e formular propostas para a reforma do sistema penitenciário nacional, pode ser o início da mudança necessária.

Que todos se unam para não só cobrar, mas para contribuir nesse debate.

A propósito, quando os membros da Comissão começam a se reunir?

2 Comentários

  • Julio carlos Vieira da Silva

    fevereiro 18, 02 2017 04:29:19

    boa tarde senhor deputado Roberto Jefferson entrei em contato no intuito de dizer que tenho lhe acompanhado e percebido que vossa excelência tem um carisma muito grande e lhe garanto que se vossa excelência candidatar a deputado federal conte com meu voto a vendo o desejo de o deputado querer minha ajuda no pedir votos faser visita nas casas pode contar comigo e não a interesse de fins lucrativos de minha parte e sim a um reconhecimento de o deputado é muito importante para nosso povo

  • Luciana Carnevale

    fevereiro 20, 02 2017 08:12:59

    No mínimo, exótico, fora de hora, longe da atual realidade do Brasil. Talvez quando nos transformarmos em um país de primeiro mundo, esta proposta poderia funcionar. Não podemos pagar – já carregamos nas costas muitos encargos – indenizações ou quaisquer tributos ou bolsas que o valham. Os ministros estão equivocados.

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